HOMENAGEM À MINISTRA NILCÉA FREIRE LOTA PLENÁRIO DA CÂMARA DE VEREADORES DO RIO
Emoção pura. Esse foi o clima da homenagem a Nilcéa Freire, ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, no Palácio Pedro Ernesto, câmara legislativa da cidade do Rio.
O evento foi promovido pela vereadora Tânia Bastos, que presidiu a sessão. Emocionada, Benedita da Silva lembrou que na Câmara de Vereadores deu seus primeiros passos na vida política e, por isso, se “sentia parte da criação da homenagem.”
Médica, pesquisadora com mestrado em parasitologia, Nilcéa Freire foi reitora da UERJ até 2003, quando deixou o cargo para assumir a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Como reitora, fez da Universidade a pioneira na implantação do sistema de cotas para alunos negros de baixa renda e formados por escolas públicas. Em 2004 promoveu a I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que reuniu mais de 120 mil mulheres de todo o país e, publicou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

a coordenadora especial de Promoção e Política para Igualdade, Terezinha Lameira; a Secretária de Estado de Assistência Social, Benedita da Silva; Nilcéa; Tânia no topo; a defensora pública responsável pelo Núcleo de Defesa da Mulher, Arlanza Rebello; o secretário Especial de Promoção e Desenvolvimento Econômico Solidário, Marcelo Henrique Costa;a superintendente do Conselho Estadual da Mulher, Cecília Soares.
EMOÇÃO E RECONHECIMENTO
Emoção pura. Esse foi o clima da homenagem a Nilcéa Freire, ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, no Palácio Pedro Ernesto, câmara legislativa da cidade do Rio.
O evento foi promovido pela vereadora Tânia Bastos, que presidiu a sessão. Emocionada, Benedita da Silva lembrou que na Câmara de Vereadores deu seus primeiros passos na vida política e, por isso, se “sentia parte da criação da homenagem.”
Médica, pesquisadora com mestrado em parasitologia, Nilcéa Freire foi reitora da UERJ até 2003, quando deixou o cargo para assumir a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Como reitora, fez da Universidade a pioneira na implantação do sistema de cotas para alunos negros de baixa renda e formados por escolas públicas. Em 2004 promoveu a I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que reuniu mais de 120 mil mulheres de todo o país e, publicou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.
Na mesa diretora, além da própria ministra, estavam a Secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Benedita da Silva; a coordenadora especial de Promoção e Política para Igualdade, Terezinha Lameira; a defensora pública responsável pelo Núcleo de Defesa da Mulher, Arlanza Rebello; e a superintendente do Conselho Estadual da Mulher, Cecília Soares.
O único homem na mesa era o secretário Especial de Promoção e Desenvolvimento Econômico Solidário, Marcelo Henrique Costa.
O plenário ficou repleto. Ali estavam Marcus, filho da ministra, e a irmã dela, Alicia, parlamentares, o reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Ricardo Vieiralves, mulheres da Guarda Municipal, lideranças de organizações femininas, ex-colegas de trabalho e admiradores de Nilcéa.
A ministra se emocionou várias vezes, especialmente quando Benedita falou:
- Nilcéa merece em todos os dias, horas e momentos ser homenageada nessa casa. Ela é mãe, avó, companheira e seus comprometimentos vão além da política de gênero. E, nos planos para além de 2010, quem sabe, poderemos ter Nilcéa Freire presidente da República?
O plenário aplaudiu.
Tânia Bastos entregou à ministra carioca o conjunto de Medalhas Pedro Ernesto, a maior honraria da Câmara de Vereadores do Rio.
Nilcéa agradeceu a todos:
- Nunca imaginei que chegaria até aqui. Quando entrei para o movimento estudantil, eu sonhava com um país democrático em que meus filhos pudessem crescer com liberdade e não passar por tudo que tivemos que enfrentar na ditadura. Hoje, eu ainda sonho, mas desta vez é para que minha neta Júlia viva em um Brasil mais igual.
A banda da Guarda Municipal e o Coral da Câmara de Vereadores fizeram o show musical da solenidade.
BENEDITA E PITANGA SÃO PADRINHOS DE MEGACASAMENTO EM DUQUE DE CAXIAS
Foi um casamentão. Duzentos casais reunidos na quadra polivalente da Vila Olímpica de Duque de Caxias selaram o matrimônio. A cerimônia, promovida pela prefeitura municipal, teve padrinhos ilustres, como Benedita da Silva e Antônio Pitanga, a secretária municipal de Assistência Social e primeira-dama Claise e Zito, o prefeito da cidade.
Os noivos que simbolizaram a grandiosa festa foram Jurandina Francisco de Assis Souza, 66 anos, e Sérgio de Souza, 72 anos. Eles vivem juntos há 50 anos. Têm nove filhos, 18 netos e oito bisnetos. “Mas só agora tiveram a oportunidade de casar”, como confessou Sérgio.
O evento integra o programa “Duque de Caxias cada vez mais família” e vai ao encontro da filosofia de Benedita da Silva que declarou, em entrevista, que “a legalização dos laços matrimoniais é muito importante para a vida cidadã e em especial para a mulher, que sente-se mais segura na sociedade civil.”
Caprichosamente vestidos, os noivos brindaram com champanhe, dançaram sob a coordenação do coreógrafo Jaime Arôxa e receberam presentes: um bolo representativo, uma bíblia, um forno elétrico – oferecido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos – e outras lembranças da Prefeitura de Duque de Caxias.
PRIMEIRA PARADA: CENTRAL DA IGUALDADE RACIAL
Quem parou, gostou. Benedita da Silva inaugurou a Central da Igualdade Racial, com shows de música, exposição de artesanato de vários municípios, tendas da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, da Secretaria de Estado de Educação, SESI e da Defensoria Pública.
Benedita apresentou o evento como uma “oportunidade para que o público possa se informar sobre a história do negro no Brasil e tomar conhecimento de várias ações de Organizações Não Governamentais, de instituições governamentais do Estado e de empresas privadas.
Após essa apresentação, Benedita, acompanhada do Antônio Pitanga, se juntou à platéia para assistir à exibição do Coral Mané Garrincha, sob o comando do maestro Márcio.
Depois foi às tendas, encontrou-se com o fotógrafo Januário Garcia e conversou com quilombolas de Bracuí - que pretende visitar com a superintendente da Igualdade Racial da SEASDH, a atriz Zezé Motta.
E, como sempre acontece, a secretária Benedita da Silva mostrou seu lado vovó e se rendeu à graciosidade de Alexia.
O evento termina hoje à noite.
O pré-sal é nosso! E é social!
Nas águas profundas do Oceano Atlântico, abaixo da camada de sal (o pré-sal), na área entre os estados de Espírito Santo e Santa Catarina, a Petrobras descobriu, com tecnologia nacional, grandes reservas de gás e de petróleo. Essa descoberta tem grande impacto para o futuro do Brasil.
Foi com o objetivo de garantir o futuro do País para os brasileiros que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso quatro projetos de lei criando o novo marco regulatório para a exploração e produção do pré-sal, baseado no modelo de partilha. Diferentemente do atual modelo de concessão, criado pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, no modelo de partilha a União passa a ser sócia das empresas contratadas e mantém o controle das atividades de exploração e produção. Além disso, o presidente Lula decidiu que, por meio de um Fundo Social, parcelas desses recursos serão destinadas prioritariamente ao combate à pobreza, educação, ciência e tecnologia e sustentabilidade ambiental. Com essa proposta o presidente Lula retomou o espírito da histórica campanha de “O Petróleo é Nosso”, que opôs os nacionalistas aos entreguistas e criou a Petrobras na década de 50. Num primeiro momento, a oposição, representada pelo PSDB, DEM e PPS reagiu, criticando o modelo de partilha e defendendo a extensão do modelo de concessão a todo o pré-sal. Contudo, o firme pronunciamento do presidente Lula na apresentação de sua proposta – aliado ao grande apoio político nacional – fez a oposição mudar de tática com medo de ser vista como entreguista. Ela passou a criticar não mais o modelo de partilha, mas aspectos secundários da proposta do novo marco regulatório.
A principal formuladora da proposta do governo, a ministra chefe do Gabinete Civil, Dilma Roussef, afirmou que o “tema do pré-sal interessa a cada um dos brasileiros”. Nada mais correto se queremos que a riqueza natural do pré-sal seja patrimônio de todo o povo, especialmente dos mais pobres. O avanço do combate à pobreza que esse Fundo Social vai propiciar será formidável. Ele vai funcionar como uma poupança pública, cujos rendimentos auferirão fonte regular de recursos para os programas das áreas social, educacional, de ciência e tecnologia e meio ambiente. Por isso é importante garantirmos não apenas a aprovação do projeto do governo Lula como também a sua preservação no futuro.
Definida a questão central, de que o pré-sal é do Brasil, vem à tona a legítima discussão sobre a partilha dos seus royalties. Continuarão concentrados nos estados e municípios produtores, como é atualmente, ou vão ser redistribuídos por todos os estados e municípios do país? A posição firme dos estados produtores conseguiu consolidar a posição equilibrada de que se é justo todos os estados receberem royalties, afinal o pré-sal é de todo o Brasil, também é justo que os estados diretamente produtores recebam um pagamento extra a ser definido pelas negociações. O fundamental é que todo o Brasil, inclusive os setores sociais de baixa renda, sairá ganhando com a proposta de exploração do pré-sal defendida pelo presidente Lula.
BENEDITA DA SILVA
SECRETÁRIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
* Artigo publicado Jornal do Comércio, 16/11/2009
BENEDITA E ARCEBISPO DO RIO ABREM FEIRA DA PROVIDÊNCIA

Benedita e o arcebsipo do Rio de Janeiro, D.Orani Tempesta e a diretora do Banco da Providência, Marina Araújo
Está aberta a 49ª Feira da Providência no Rio de Janeiro. A secretária Benedita da Silva e o arcebispo do Rio de janeiro, D. Orani Tempesta, presidiram a solenidade, ao lado de autoridades de municípios fluminenses, estados da Federação e diplomatas de vários países.
A Feira deste ano tem como tema “Aqui um mundo melhor é possível”, uma homenagem ao cardeal Dom Helder Câmara. 2009 é o ano do centenário de nascimento de D. Helder, criador do evento.
Após a cerimônia de abertura, Benedita da Silva, junto com o arcebispo e Marina Araújo, diretora do Banco da Providência, visitaram os stands, entre eles o da Rádio Catedral, onde Benedita concedeu entrevista.
49ª Feira da Providência
Trinta e dois países estão representados na Feira, que tem várias novidades para esses cinco dias de funcionamento. Haverá ações em favor da sustentabilidade e uma pista de neve. Todo o tapete que cobrirá os pavilhões é de material reciclado e os uniformes dos funcionários foram feitos de malha proveniente de garrafas pet. O público poderá comprar, entre tantos produtos, as sacolas ecologicamente corretas para suprimir o consumo de sacos plásticos dos supermercados, que estão à venda por R$ 2,99.













